Agora ... Eu vou procurar algo pra postar :]
Pra quem não sabe ...
Michael Jackson estaria fazendo 51 anos hoje :]
---------------------------------------------------
Por que o sabão em pó é azul e a espuma branca?
É por que??
Porque uma coisa não tem nada a ver com a outra: a cor do sabão é determinada pelo corante usado; já a cor da espuma é resultado da refração da luz nas suas bolhas. Vamos começar com o sabão em pó. Ele na verdade pode ser de qualquer cor, mas os fabricantes costumam escolher o corante azul por uma questão de tradição. É que antigamente as donas-de-casa usavam um produto chamado anil, de cor azulada, para realçar o branco das roupas. Esse tempo já passou, mas a associação “azul-limpeza” foi mantida mesmo nos produtos mais modernos. Independentemente do corante escolhido, a cor da espuma será sempre branca por uma questão do mundo da física, relacionada à refração da luz, como a gente explica nas linhas abaixo. : - )
ORA, BOLHAS!
Moléculas do sabão prendem películas superfinas de água
Quando o sabão em pó é despejado na água, o corante começa a se diluir por causa do grande volume do líquido. Logo, quando as bolhas passam a surgir, o corante que dá cor ao sabão quase não é mais visível.
As bolhas surgem devido a uma característica da molécula do sabão. Ela tem uma “cabeça”, atraída pela água, e uma “cauda”, atraída pelo ar. Por isso, no estado natural, ela fica “confortável” na superfície da água.
Ao remexer a água, adicionamos ar, e as moléculas de sabão se reorganizam. Elas se alinham ao redor de camadas de água cercadas por ar. Essa camada presa entre as moléculas do sabão é a película fina que forma uma bolha.
ARCO-ÍRIS ESPUMANTE
Bolhas refletem tantas cores que vemos só a soma delas
A espuma nada mais é do que a soma de muitas bolhas produzidas pela mistura de sabão, ar e água. E cada bolha age como um prisma, dividindo o raio “transparente” da luz do ambiente em raios com as cores do arco-íris.
Cada refração ricocheteia em outras bolhas, como num jogo de espelhos. Como todos esses raios chegam aos nossos olhos ao mesmo tempo, o que vemos ao olhar uma espuma é o branco, que é a soma de todas as cores.
E maais:
Por que o ovo é oval?
Os ovos têm essa forma porque ela é, digamos, um sucesso de design na evolução das aves. Ovos ovais são vantajosos para as penosas em diversos momentos de sua vida. Em primeiro lugar, na hora de pôr o ovo. "Se ele fosse quadrado, por exemplo, causaria o deslocamento do oviduto (o canal de cerca de 75 centímetros por onde os ovos saem) para fora do corpo da galinha", afirma o zoólogo José Humberto Vilar, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Se o ovo fosse perfeitamente redondo, melhoraria um pouco, mas ainda não seria o ideal: afinal, para guardar o mesmo conteúdo que um ovo oval, o ovo redondo teria de ter um diâmetro maior, novamente forçando o fiofó das pobres galinhas. Sendo oval, ele sempre começa a sair pela parte mais fina, da mesma forma que no parto humano a criança sai primeiro pela cabeça. Existe ainda uma segunda vantagem do formato oval: ele ajuda no processo de desenvolvimento do embrião que vai nascer. Como o ovo tem dois pólos, e o bebê-pássaro sempre cresce apoiado na extremidade menor, seu bico fica voltado para a extremidade maior do ovo, onde fica uma espécie de câmara de ar. "O pintinho em desenvolvimento naturalmente dirige o bico para essa câmara para realizar a primeira respiração pulmonar. Se o ovo fosse redondo,o pinto não teria uma referência espacial e poderia morrer por apontar o bico na direção errada", diz José Humberto. Vale lembrar que, em alguns casos, o ovo passou por uma especialização, ficando ainda mais oval. Isso acontece, por exemplo, com as aves que vivem na beira de penhascos e põem ovos mais afilados. Quando eles ficam no ninho, rolam menos que ovos mais redondos, o que ajuda a evitar acidentes fatais. "Essa característica dos ovos diminui o risco de eles caírem montanha abaixo, aumentando drasticamente o sucesso reprodutivo dessas aves", diz outro zoólogo, Wesley Rodrigues Silva, da Unicamp.
.-.
É verdade que o Sol vai morrer?
É, sim - e , sem ele, a vida na Terra não tem chance de sobrevivência. Mesmo que a humanidade conseguisse inventar um Sol artificial, o verdadeiro provavelmente engoliria nosso planeta em seu processo de extinção. A data da tragédia já está marcada, porque é possível deduzir, mais ou menos, quando o combustível do Sol irá acabar: por volta do ano . Hoje, a estrela gera energia queimando 282 bilhões de toneladas de hidrogênio do seu núcleo por minuto. Mas, daqui a 7,5 bilhões de anos, o hidrogênio vai rarear e o Sol, para tentar uma sobrevida, terá de começar a queimar hidrogênio de fora do núcleo - além de consumir suas próprias cinzas, ou melhor, o que resta de sua combustão: os átomos de hélio. Assim, a pressão de dentro para fora será tão grande que obrigará a estrela a se expandir. Essa gigantesca bola incandescente crescerá até ocupar as órbitas de Mercúrio e de Vênus - e a da Terra também deverá entrar na roda.Mesmo que isso não aconteça, a essa altura as temperaturas absurdamente altas já terão acabado com todas as formas de vida imagináveis. "A própria atmosfera se desprenderá", diz o astrônomo Roberto Dias da Costa, da Universidade de São Paulo (USP). Está cientificamente comprovado que essa caminhada do Sol para a morte já começou. A cada bilhão de anos, ele fica 10% mais quente. Só isso bastaria para fazer boa parte dos oceanos evaporar. Em 3 ou 4 bilhões de anos, as nuvens ficariam tão pesadas que armariam um efeito-estufa parecido com o de Vênus, onde o calor mal consegue escapar, deixando o planeta tórrido. Nesse momento, toda a água líquida já teria fervido - e a temperatura terrestre, de centenas de graus Celsius, seria suficiente para derreter chumbo, torrando todos os habitantes. Como se não bastasse, o Sol passaria a crescer loucamente.Por isso, em poucos milhões de anos, a própria estrela não agüentará mais seu próprio tamanho e acabará se contraindo violentamente, até virar uma estrelinha do tipo anã branca, que não é maior que a Terra. Mesmo que não acabe cremado, nosso planeta nunca voltará a ser azul.Como surgiu a Lua?
Provavelmente, a Lua nasceu de uma pancada que a Terra levou. Há mais de 4 bilhões de anos, nosso planeta teria sofrido o maior impacto de sua existência: bateu de frente com outro planeta, um colosso do tamanho de Marte que atravessou a sua órbita. Como o astro desavisado era menor, ele acabou em estilhaços. A Terra, claro, também não escapou ilesa: boa parte da sua superfície foi literalmente para o espaço. Depois de alguns anos, os restos da explosão se juntaram para compor a Lua. Esse fenômeno assustador só aconteceu porque o sistema solar estava em formação naquela época. Poucos milhões de anos antes da grande trombada, só havia poeira microscópica em volta do Sol.
Os grãos, com o tempo, foram se juntando para formar rochas mais volumosas, que se chocavam umas com as outras, criando corpos ainda maiores. As rochas que se tornaram grandes e fortes sobreviveram como planetas - entre elas, a que chamamos hoje de Terra. Embora ainda não existam provas definitivas de que a colisão espacial tenha realmente acontecido, essa é, de longe, a teoria mais aceita sobre o surgimento da Lua. Um fortíssimo argumento a seu favor é o fato de a concentração de 2% de ferro do centro do satélite ser praticamente igual à encontrada nas camadas mais superficiais da Terra - justamente as que teriam sido atingidas pela pancada. "Além disso, a composição das pedras lunares é bastante parecida com a das rochas do manto terrestre, a camada que fica logo abaixo da superfície do planeta. É mais um ponto em comum entre os dois astros", diz o geofísico Lon Hood, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.
Impacto profundo
Uma megatrombada espacial há 4,5 bilhões de anos deu origem ao nosso satélite
UM PLANETA SECO
A Terra de 4,5 bilhões de anos atrás era o próprio inferno. Na sua superfície, só rochas e muita lava. A água líquida, base para a vida, só surgiria após centenas de milhões de anos. A fina atmosfera de então, formada por metano e amônia, seria fatal para os seres humanos. Um pedaço desse planeta ainda inóspito daria origem à Lua
1. Nessa época da Terra infernal, o sistema solar era jovem e instável, por isso aconteciam muitas colisões entre astros enormes, como planetas em formação. Um deles, que tinha cerca de metade do tamanho do globo terrestre, chocou-se contra a massa rochosa do nosso planeta. Com a batida, o astro intruso se espatifou e a Terra perdeu parte de sua superfície
2. A explosão formou uma quantidade de estilhaços com pelo menos o dobro da massa da Lua atual. Os pedaços do planeta intruso que estavam mais distantes da órbita terrestre escaparam para o espaço. Mesmo assim, metade dos estilhaços ainda sobrou como matéria-prima para formar o novo satélite
3. Os estilhaços que estavam mais próximos da Terra foram atraídos pela gravidade e caíram no planeta, ajudando a reconstruir a camada externa do globo. Os restos rochosos que dariam origem à Lua se juntaram como uma espécie de anel em torno do Equador terrestre. Por lá, a velocidade de rotação do planeta é mais rápida, o que fez com que as partículas se aglutinassem naquela região
4. Alinhados junto ao Equador, os estilhaços se uniram pela força de gravidade, formando a Lua. Os astrônomos estimam que esse processo de parto lunar deve ter sido bem rápido, levando no máximo 100 anos. Logo após seu nascimento, o satélite estava a apenas 25 mil quilômetros de distância da Terra. Hoje, a distância média gira em torno de 380 mil quilômetros
COMPANHEIRA INFLUENTE
Desde sua formação, a Lua gera efeitos importantes na vida da Terra. Na época de sua criação, o satélite exercia uma atração gravitacional tão grande sobre a rotação do planeta que fazia os nossos dias durarem apenas cinco horas. Em alguns bilhões de anos, quando a órbita lunar se estabilizar, os dias durarão um mês. A Lua ainda é o grande astro responsável pelas marés oceânicas e pela variação do nível do mar na Terra
E eu sei que quase todo mundo num leu isso tudo :]


0 comentários:
Postar um comentário